Com as festividades dos 500 anos da Reforma Protestante, continuamos com a série de três artigos que pretendem apresentar sugestões quanto aos momentos litúrgicos, canções e vestes litúrgicas para as celebrações nas Igreja Locais, Presbitérios e Sínodos de nossa Igreja.

O uso da música instrumental na igreja não é recente. Existem situações durante o culto onde a música instrumental cria um ambiente propício ao momento litúrgico. É comum o uso da música instrumental em momentos como a oração silenciosa, no momento de confissão.

Eis aqui um tema que vai gerar muita controvérsia. O objetivo deste artigo não é fechar questão, mas sim lançar luzes sobre a necessidade ou não de se recorrer a canções que não são cristãs no ambiente de culto.

O culto chega ao momento da ceia. O pastor acabara de pregar e descera do púlpito, chamara os presbíteros e entregou a eles as bandejas do pão e do vinho (suco de uva, provavelmente). Vira-se para a igreja e diz: Vamos participar da ceia, pessoal. E os presbíteros saem a entregar os elementos.

Em 13 de julho de 2013, no templo da 1ª IPI de Assis, SP, a IPI do Brasil, reunida em sua 8ª Assembleia Geral, aprovou sua Afirmação de Fé. Mas, o que vem a ser uma Afirmação de Fé e qual sua relevância no culto? O Manual do Culto da IPI nos ajuda a compreender:

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