O culto chega ao momento da ceia. O pastor acabara de pregar e descera do púlpito, chamara os presbíteros e entregou a eles as bandejas do pão e do vinho (suco de uva, provavelmente). Vira-se para a igreja e diz: Vamos participar da ceia, pessoal. E os presbíteros saem a entregar os elementos.

Eis aqui um tema que vai gerar muita controvérsia. O objetivo deste artigo não é fechar questão, mas sim lançar luzes sobre a necessidade ou não de se recorrer a canções que não são cristãs no ambiente de culto.

É prática recorrente no meio Reformado brasileiro a Ceia do Senhor ser celebrada uma única vez por mês. Em algumas Igrejas, no entanto, ela é celebrada duas vezes e em outras, todos os domingos.

A Secretaria de Música em Liturgia, em parceria com a Secretaria do Portal, veiculou semanalmente um devocionário para edificação do povo Presbiteriano Independente.

Em 13 de julho de 2013, no templo da 1ª IPI de Assis, SP, a IPI do Brasil, reunida em sua 8ª Assembleia Geral, aprovou sua Afirmação de Fé. Mas, o que vem a ser uma Afirmação de Fé e qual sua relevância no culto? O Manual do Culto da IPI nos ajuda a compreender:

O Manual do Culto da IPI do Brasil nos apresenta uma estrutura litúrgica básica. Nela constam alguns momentos de oração. Gostaria de destacar cinco delas e seu significado para o culto cristão.

A Igreja possui um calendário próprio. Para este calendário, existem momentos e datas especiais. Algumas, são datas bíblicas, outras são datas da história da denominação ou comunidade local. É o que se chama de Ano Litúrgico, Ano Cristão ou Ano Eclesiástico. Vamos procurar compreender o porquê deste calendário e conhecê-lo melhor.

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