O ser humano, de forma voluntaria, deve se socializar uns com os outros, de tal forma que o convívio em família, povo, nação e humanidade sejam agradáveis e infinitos. Noticiários diários relatam que a vida privada está em segundo plano, pois direitos básicos e essenciais à vida estão sendo violados, expondo pessoas a bullying, o que tem ocasionado a criação de regras naturais para restabelecer o convívio, já que derivou a instabilidade jurídica.

Em tempos de centralização de poderes em uma única autoridade, a reflexão acerca dos diretos inerentes aos homens veio para impor limites ao Estado e assegurar direitos aos menos favorecidos. Nesse contexto histórico de extremas injustiças, assegurar o óbvio nos diplomas legais era mais que importante; foi necessário.

Era domingo e tudo parecia igual, o barulho das ruas, as crianças acordando nas casas, as mulheres preparando a primeira refeição do dia... e o luto na casa de Maria. Assim como é correto afirmar que o sol levanta todas as manhãs, é verdadeiro dizer: todos dias têm luto na casa de alguém, pois tão certo quanto a vida é a morte. Tudo que nasce morre.

A experiência diacônica contida na mesa pascoal do Cristo nos remete à importância das coisas comuns, como render graças a Deus pela provisão, comer o pão e beber a alegria de viver entre irmãos, coisas que se perdem num cotidiano frenético e pelo péssimo hábito de não valorizarmos o que é rotineiro. É como acontece todas as manhãs, quando Deus “desperta” o sol na sua grandiosidade, proporcionando a luz e o calor necessário para existência das diversas formas de vida.

Com a queda, as relações humanas foram marcadas pelo pecado, como está escrito no livro de Gêneses, no capítulo três. A narrativa revela que a relação do homem com a mulher não seria mais igualitária, virando uma “disputa de braços”, onde o macho assumiria o comando e a fêmea deveria subordinar-se ao seu senhorio. É triste contemplarmos a história da humanidade e percebermos que aqueles que nasceram para serem parceiros neste mudo, acabaram por viver uma “infinda” luta por poder.

É Sábado! Aleluia!!!!!

Entre a morte e ressurreição do Cristo houve um tempo, um momento de reflexão, um dia para o silêncio. Estes momentos são sempre necessários, mas poucos de nós aceitamos o fato de que temos de vivê-los. Por sermos de uma geração em que tudo deve ser imediato para ser eficiente, acabamos esquecendo que a maturação dos frutos é determinante para aprimoramento do sabor que eles devem ter.

Diante da música da criação em Gn 1.2 encontramos o Espírito bailando sobre a face das águas. Inebriada pela canção a água move-se no compasso do Criador. Deus escolheu a água para ser o elemento central no equilíbrio da vida de nosso planeta. A “dança da água” é um dos mais belos espetáculos do mundo. A água evoca sentimentos e emoções; calma e Paz; Purificação e força; mudança e resiliência. Ela representa muitos papeis e protagoniza as mais belas cenas dos mistérios da Criação.

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