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Não me repreendas, SENHOR, na tua ira, nem me castigues no teu furor. (Salmo 38.1)

Este Salmo pertence a um grupo de Salmos escritos no mesmo estilo literário, ao qual chamamos Salmo Penitencial. Trata-se de um lamento pessoal do salmista referente à uma circunstância específica. No Salmo 38, Davi está sofrendo de uma enfermidade, e ele atribui ao pecado e a culpa a razão de seu sofrimento. Ele invoca ao Senhor para obter alívio de sua imensa dor. Há, na expressão do salmista, uma grande dor o consumindo e esta é a razão de sua súplica. Ele já não a suporta, é consumido física e espiritualmente por conta de sua culpa e pecado.

Diante da dor e do sofrimento, ainda haviam pessoas que se ocupavam em apontar dedos e condenar o salmista “Armam ciladas contra mim os que tramam tirar-me a vida; os que me procuram fazer o mal, dizem coisas perniciosas e imaginam engano todo o dia”. Diante da postura de inflamar e condenar das pessoas, o salmista permanece firme no Senhor “Mas eu, como surdo, não ouço e, qual mudo, não abro a boca”. Ele não revida as provocações, antes, se coloca quieto diante de seus inimigos e confiando que Deus tem o melhor para ele.

Oração: Senhor, ensina-me a diaramente confessarmeus pecados e apresentarminhas queixas a ti. Louvo-te pois não me abandona jamais. Em nome de Jesus, amém.

Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo
Pastor da Igreja Presbiteriana Independente de Araraquara, SP
Secretário de Música e Liturgia da IPIB