Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e trazei-mos. Mateus 21.2

Em tempos de sacerdotes e servos da Igreja cheios de pompas e circunstâncias, de pastores donos de carros importados e emissoras de televisão, de apóstolos que andam de jato, de missionários com mais tempo na televisão no país, de padres que reúnem multidões para ouvir suas músicas, em tempos onde bispos tem horário na televisão, nestes tempos, em que apóstolos, missionários, padres, bispos, pastores buscam reconhecimento nacional e mundial, o texto do Domingo de Ramos nos convida a parar e pensar na ordem de Jesus.

Jesus não escolheu uma biga, uma carruagem, nem um cavalo. Ele quis um jumento. Ele não entrou em disparada até o centro, veio pela periferia, celebrando com os marginalizados do grande centro de Jerusalém, veio aclamado pelo povo, não por ter um jumento, ou por ser cercado de discípulos, mas por ser ele Jesus, o filho de Deus. “Hosanas ao que vem em nome do Senhor”. Clamava o povo enquanto Jesus, humilde e simplesmente, entrava na cidade a caminho da cruz. E é para lá que devemos ir também. E quem não vai para a cruz, não segue os passos de Jesus.

Oração: Senhor, que eu aprenda com Jesus a ser cada dia mais humilde e fiel. Em nome de Jesus, amém.

Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo
Pastor da Igreja Presbiteriana Independente de Araraquara, SP
Secretário de Música e Liturgia da IPIB

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