Leia e veja o que aconteceu no Culto de Abertura do 11º Congresso Nacional de Diaconia. Clique no centro para iniciar o slide-show deste dia. Acompanhe !
Culto de Abertura: Alegria, Celebração e Desafio
30 de novembro, sexta-feira, final da tarde: o Hotel Nacional Village Inn, em Poços de Caldas, MG, fervilhava. O tempo estava muito bom. Sol e calor. Os participantes do 11º Congresso Nacional de Diaconia estavam começando a chegar. Tudo estava muito bem organizado. Irmãos e irmãs que não se viam há tempos tornavam a se encontrar. Abraços, risos, muita alegria.
A partir das 18h00, foi servido o jantar. Alguns irmãos e irmãs já começaram a manifestar preocupação. Certamente, iriam retornar do congresso com alguns quilos a mais. Outros, porém, sem qualquer sentimento de culpa, só saboreavam a boa comida mineira, onde não faltavam muitos doces na farta sobremesa.
Logo depois do jantar, teve início o culto de abertura, antecedido por um breve ensaio dos cânticos a serem entoados. Com o acompanhamento ao violão do Presb. Hermes Mender Rangel (mais conhecido como Merão, da 3ª IPI de Santo André, SP), a Presba. Eleni Rodrigues Mender Rangel (2ª vice-presidente da Assembléia Geral) e o Rev. Gerson Correia de Lacerda (secretário geral da IPI do Brasil) aqueceram todos os presentes para o culto, cantando com entusiasmo.
A mesa dirigente do culto de abertura foi integrada pelos Revs. Ricardo José Bento, Jonas Furtado do Nascimento, Antônio Fernandes da Rocha Neto, Rodrigo Gasque Jordan, Marcos Nunes da Silva e Gerson Correia de Lacerda, Presba. Eleni Rodrigues Mender Rangel e Ione Rodrigues Martins.
O pregador do culto de abertura foi o Rev. Ricardo José Bento, secretário de Diaconia, pregou com base no texto de Lucas 10.25-37 (Parábola do Bom Samaritano). Ele chamou a atenção para a insensibilidade predominante em nossa sociedade em relação ao sofrimento e aos problemas do próximo. Foi exatamente o que caracterizou também o comportamento do sacerdote e do levita, na parábola contada por Jesus. A partir da constatação dessa realidade, o Rev. Ricardo destacou as marcas do bom samaritano: ele teve compaixão, curou as feridas e deu todo apoio à pessoa caída à beira da estrada. Esse é o desafio que temos diante de nós. Somos chamados por Deus a deixar a insensibilidade e a cuidar de todos aqueles que de nós necessitam.
Após o culto, ainda estavam chegando pessoas para o 11º Congresso. Isso ocorreu até altas horas. A expectativa é a de que pelo menos 350 irmãos e irmãs participem do evento. Com a graça de Deus, tudo o que será realizado se transformará em bênção na vida da IPI do Brasil.
Enviada por Fabricio A. Guilherme - portal@ipib.org