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31 Out 2009

2º Dia - Oficinas - 3 temas


Veja no final do texto as fotos das 3 oficinas.

Capelania Carcerária
Rev. Rogério Vieira Carvalho

Após a palestra do Dr. Fábio Ikedo, os participantes do XI Congresso Nacional de Diaconia foram divididos em grupos. Três oficinas foram oferecidas. A Mis. Elaine Corrêa de Paiva Ramírez trabalhou o tema: Grupo de Convivência para a Terceira Idade; o Rev. Rogério Vieira Carvalho, falou sobre Capelania Carcerária; e o Rev. Marcos Nunes da Silva, Capelania Hospitalar.

O Rev. Rogério é pastor das IPI de Tupi Paulista e Irapuru, SP. Seu tema, na Capelania Carcerária, foi “Gente Encarcerada, Gente a ser Alcançada”. Ele destacou que, na sua região, existe grande quantidade de encarcerados. Isso o despertou para o desenvolvimento de um tipo especial de ministério, tanto no presídio masculino como no presídio feminino de Tupi Paulista, que vem sendo realizado há três anos. O Rev. Rogério ofereceu orientações de caráter prático a respeito de como a igreja pode atuar junto aos encarcerados, destacando que esse é um ministério difícil, ao qual poucos têm tido disposição de coragem de iniciar e de dar continuidade. Segundo ele, é possível trabalhar na linha de frente, indo aos presídios e tendo contato direto com os encarcerados, bem como é possível atuar indiretamente, enviando mensagens através de cartas. Foi feita apresentação de um vídeo sobre o trabalho que ele realiza e, a seguir, todos tiveram a oportunidade de fazer perguntas.


Grupo de Convivência para a Terceira Idade
Mis. Elaine Corrêa de Paiva Ramírez

A Mis. Elaine teve a preocupação de não somente fazer uma exposição sobre o seu tema, mas também de oferecer sugestões de atividades práticas a serem realizadas em grupos de convivência para a terceira idade. Inicialmente, ela ofereceu algumas dicas importantes a respeito da terceira idade, com a finalidade de ser conhecer melhor o público alvo desse trabalho. A seguir, chamou a atenção para o papel da igreja no trabalho com a terceira idade. Explicou também o que são grupos de convivência, desafiando os participantes a implantarem grupos de convivência para a terceira idade em suas igrejas, mostrando que eles são úteis para se alcançar pessoas não cristãs com a mensagem do evangelho.


Capelania Hospitalar: A prática da visitação hospitalar
Rev. Marcos Nunes da Silva

Em sua exposição, o Rev. Marcos procurou apresentar orientações a respeito da visitação hospitalar de natureza prática. Descreveu, de maneira criativa, a situação em que se encontra a pessoa enferma internada em um hospital, apontando que ela tem sentimentos como: medo, insegurança, ansiedade, vergonha, revolta, etc. Chamou a atenção para a importância do respeito que ela merece. A seguir, apresentou os passos a serem dados pelo visitador hospitalar, enfatizando que é preciso aprender a ouvir a pessoa enferma, pois esta, de um modo geral, sente necessidade de falar e deseja ser ouvida. Isso significa que é preciso aprender a ouvir sem julgar nem condenar. Além disso, o Rev. Marcos também indicou procedimentos a serem evitados, tais como: perguntar a doença do enfermo, falar mal do hospital, etc. Terminou orientando o visitador hospitalar a encorajar a pessoa enferma.


Um caso pitoresco
Na oficina do Rev. Marcos, ocorreu um momento hilário. Corintiano fanático, antes do início de seu trabalho, ele projetou na tela o símbolo do Corinthians. Mais tarde, durante o transcorrer de sua exposição, uma irmã pediu a palavra para falar e fez referência aos coríntios aos quais Paulo escreveu. O Rev. Marcos parou e “fez uma cara” de que não estava entendendo o que a irmã dizia. Somente após alguns instantes, “caiu a ficha” e o Rev. Marcos disse:

-Desculpe, irmã, eu pensei que a senhora estava falando do meu time.

Não houve quem não caísse na gargalhada.


Almoço: refeição e confraternização
As oficinas se estenderam para além do horário previsto. Assim, o almoço, que estava programado para as 12h30, só veio a acontecer a partir das 13h30. Todos resistiram heróica e bravamente. Contribuiu para isso o fato positivo de que todas as oficinas cativaram a atenção dos participantes. A esperança é a de que, após uma manhã tão inspiradora, as nossas igrejas tenham perspectivas novas e muito mais amplas a respeito do ministério diaconal.

Veja as fotos da Manhã - Clique no centro para iniciar.


Enviada por Gerson C. de Lacerda e Fabricio A. Guilherme



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