Uma história ilustrativa

Há algum tempo atrás, ao tomar um táxi em São Paulo, iniciei um diálogo, como sempre faço, com o motorista, ao observar que havia um carnê de contribuição de uma igreja neopentecostal exposto. Comecei a perguntar sobre sua experiência naquela igreja, quando então ousei lhe pedir sua opinião sobre uma controvérsia entre dois líderes, um da sua igreja e outro de uma grande denominação também neopentecostal. Como o assunto era objeto de reportagens, ataques mútuos e denúncias de mau uso de dinheiro, etc., eu lhe perguntei: “O que você acha disso?”. E ele não hesitou: “Tudo farinha do mesmo saco... É o roto falando do esfarrapado!”. Diante do meu espanto ele emendou: “Não estou nem aí para eles... eu quero saber é de alcançar minha bênção!”. No caso, a bênção era uma casa própria.

Servir..., não há outra maneira de viver o evangelho a não ser através do serviço. Jesus de Nazaré viveu e morreu servindo. Por inúmeras vezes, os evangelistas registraram que sua missão era servir. Isso fica muito claro em Mc 10.45: Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos, e na cena pedagógica do lava-pés (Jo 13.1-17).

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