O Ministério de Ação Social e Diaconia da Sétima IPI de Maringá realizou, durante o mês de julho, uma campanha entre os seus membros para acolhimento aos refugiados e imigrantes que vivem na cidade.

Com as festividades dos 500 anos da Reforma Protestante, continuamos com a série de três artigos que pretendem apresentar sugestões quanto aos momentos litúrgicos, canções e vestes litúrgicas para as celebrações nas Igreja Locais, Presbitérios e Sínodos de nossa Igreja.

Somos discípulos de Jesus e precisamos obedecer ao mestre na missão que Ele nos confiou de ir e fazer novos discípulos.

No último dia 31 de julho, quando a IPI do Brasil completava 114 anos, a Reva. Cleusa Caldeira, pastora auxiliar da Sétima IPI de Maringá, defendeu a sua tese de doutorado em Teologia, “Tempo Messiânico e Sacramentalidade* da Subjetividade Vulnerável na Obra de Carlos Mendoza Álvarez”, pelo Programa de Pós-Graduação em Teologia da Faculdade Jesuíta de Teologia e Filosofia - FAJE, de Belo Horizonte, tornando-se a primeira pastora presbiteriana a alcançar essa titulação.

Belém do Pará tem IPI do Brasil desde 18/06/1905: Louvor, gratidão, comunhão e fraternidade.

Comemoração, do latim commemoratione, significa recordar, lembrar, solenizar, festejar, celebrar, trazer à memória, publicamente, acontecimentos passados.

A Jornada do Patrimônio 2017 da Prefeitura Municipal de São Paulo, incluiu em seu roteiro, a 1ª IPI de São Paulo. A inclusão se dá por conta do valor histórico e arquitetônico do templo da 1ª IPI de São Paulo, a Catedral Evangélica.

A AIPRAL - Aliança das Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina, encaminhou-nos carta da Igreja Presbiteriana da Venezuela, que solicita a nossa oração por aquele país.

A SOEMUS - Sociedade Evangélica de Música Sacra promove seu 29º Seminário de Música.

 

Celebrando os 500 anos da Reforma Protestante
Canto Coral, Palestras e Oficinas

 

Quando os justos governam, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme.
Quem é cumplice de ladrão odeia a si mesmo, e não denunciará nada, mesmo sob juramento.
Pv 29.2,24 (Almeida Séc. 21)

Estamos iniciando um novo ano, e, com ele, as esperanças se renovam para que seja bem melhor que o ano ora findo. Com certeza, 2016 para muitos não deixará saudades. Os acontecimentos políticos, as dificuldades econômicas agravadas, o aumento do desemprego, desastres de toda sorte, eleições e decepções políticas, a desconfiança acentuada nas instituições, as mortes de famosos e inocentes, atentados terroristas, enfim a lista é grande, fazem de 2016 um ano com memórias negativas. Talvez pudéssemos enumerar poucos acontecimentos que nos trarão saudades. Contudo não podemos deixar de perguntar: a simples mudança do ano fará que as coisas mudem por si mesmas? Que temos pela frente no próximo ano além da esperança que visualizamos no nosso horizonte? Em 2017 estaremos celebrando os 500 anos da Reforma Protestante. Quais os significados dessa data? Antes de tentar responder essa questão, vamos rememorar alguns fatos.

Uma história ilustrativa

Há algum tempo atrás, ao tomar um táxi em São Paulo, iniciei um diálogo, como sempre faço, com o motorista, ao observar que havia um carnê de contribuição de uma igreja neopentecostal exposto. Comecei a perguntar sobre sua experiência naquela igreja, quando então ousei lhe pedir sua opinião sobre uma controvérsia entre dois líderes, um da sua igreja e outro de uma grande denominação também neopentecostal. Como o assunto era objeto de reportagens, ataques mútuos e denúncias de mau uso de dinheiro, etc., eu lhe perguntei: “O que você acha disso?”. E ele não hesitou: “Tudo farinha do mesmo saco... É o roto falando do esfarrapado!”. Diante do meu espanto ele emendou: “Não estou nem aí para eles... eu quero saber é de alcançar minha bênção!”. No caso, a bênção era uma casa própria.

Lembra- te, Senhor, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração, e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo. (2 Reis 20.3)

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A Secretaria Geral, com o objetivo de tornar mais efetiva a comunicação com os pastores e pastoras da IPI do Brasil, criou o IPIB Comunica WhatsApp.

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Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor. Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos. Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados. Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas. Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas. Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade entre todos. Amém.

Cremos em um só Deus, Pai Onipotente, criador do céu e da terra, e de todas as coisas, visíveis e invisíveis. Cremos em um só Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os tempos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, do mesmo ser com o Pai, por meio do qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós e pela nossa salvação, desceu do céu, e se encarnou do Espírito Santo e da virgem Maria, e se tornou verdadeiramente humano. Foi por nós crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu, e foi sepultado, e ao tercceiro dia ressuscitou, segundo as escrituras; subiu ao céu e está sentado à direita do Pai. Virá de novo com glória a julgar vivos e mortos, e o seu reino não terá fim. Cremos no Espírito Santo, o Senhor, o Doador da vida, o que procede do Pai e do Filho, o qual juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou através dos profetas. Cremos na Igreja una, santa, católica* e  apostólica. Reconhecemos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

Creio em Deus, Pai Todo Poderoso, criador dos céus e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo. Nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao céu, e está sentado à mão direita de Deus Pai Todo Poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa igreja católica*; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; e na vida eterna. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

O presente texto é extraído de BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã, São Paulo: ASTE/SIMPÓSIO, 1998, p. 61, 62