Na madrugada do dia 29 o mundo acordou sob a nuvem de tristeza e angústia ao saber das notícias da queda do avião em que estavam dezenas de pessoas, incluindo toda a delegação da equipe de futebol catarinense, carinhosamente chamada de “chape”.

A Igreja possui um calendário próprio. Para este calendário, existem momentos e datas especiais. Algumas, são datas bíblicas, outras são datas da história da denominação ou comunidade local. É o que se chama de Ano Litúrgico, Ano Cristão ou Ano Eclesiástico. Vamos procurar compreender o porquê deste calendário e conhecê-lo melhor.

Estão abertas as inscrições para nova turma do Curso Livre de Teologia EAD–FECP para membros, líderes e demais interessados.

A IPI de Vila Aparecida está, neste ano, comemorando seu jubileu de ouro, que será completado em fevereiro de 2017. Para isso uma comissão do cinquentenário foi formada pelas irmãs Presbª. Noemi Machado Alves e as Diaconisas Lourdes Garcia Costa e Beatriz Garcia Costa. E como parte dessas comemorações inaugurou no último dia 19/11/2016, em cerimônia especial, um painel contendo as fotos dos pastores que fizeram parte desta história.

O presbiterianismo teve início em Jiribatuba no início do século XX, quando as primeiras missões com objetivo de evangelização foram realizadas nesta região. Neste período esta localidade ainda se chamava Santo Amaro do Catu. O trabalho de evangelização aqui iniciado foi liderado pelos irmãos membros da Igreja Presbiteriana do Brasil.

O fortalecimento das lideranças em nossa região tem sido, nos últimos anos, um objetivo do Presbitério Rondônia. Continuando nesse processo, o presbitério organizou o “Congresso de Fortalecimento de Lideranças das Igrejas”, ministrado pelo Rev. Osmar Menezes Pires, pastor da IPI de Pirapozinho, SP, com larga experiência nas áreas de formação de liderança, evangelização nos tempos atuais e espiritualidade do líder. O evento ocorreu em Rolim de Moura, RO, nas dependências do Auditório do Hotel Ecos, nos dias 9 e 10 de julho de 2016.

A AIPRAL - Aliança das Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina iniciou nesta semana, uma série de atividades com sas igrejas membro. Conduzidos litúrgicamente pelo Rev. Gerardo Obermann, da Argentina e pela Presbª. Loida Gáffaro de Valera, da Venezuela, deu-se início aos encontros continentais de mulheres e jovens. 

A AIPRAL - Aliança de Igrejas Reformadas e Presbiterianas da América Latina enviou carta-ofício às suas igrejas membro no Brasil, solidarizando-se com a situação política vivida em nosso país.

 

Leia a carta:

 

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A AIPRAL - Aliança das Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina fará sua Assembleia Geral no Brasil em meados de agosto. O evento será realizado no Hotel Dann Inn Planalto, em São Paulo-SP.

Servir..., não há outra maneira de viver o evangelho a não ser através do serviço. Jesus de Nazaré viveu e morreu servindo. Por inúmeras vezes, os evangelistas registraram que sua missão era servir. Isso fica muito claro em Mc 10.45: Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos, e na cena pedagógica do lava-pés (Jo 13.1-17).

Temos abordado nesta coluna ao longo dos últimos meses a temática da fidelidade em seus diversos aspectos e implicações. Diante do atual quadro político conturbado que estamos vivendo, necessário se faz enfocar alguns dos aspectos da fidelidade cristã e suas implicações na arena política.

“Tu és fiel, Senhor, meu Pai Celeste”

Servimos a Deus que é fiel!

Quem já não cantou com alegria e entusiasmo o hino acima, que expressa um dos mais preciosos ensinamentos bíblicos sobre o nosso Deus? A Bíblia nos apresenta Deus de muitas maneiras através das suas páginas, todavia a mensagem sobre a sua fidelidade é marcante. Ele não é apenas digno de confiança, mas cumpre as suas promessas, não falha nem mente. Nisso temos segurança e podemos descansar nas suas promessas, certos da misericórdia que se renova todas as manhãs. É um grande privilégio servir a um Deus fiel, que não nos desampara nunca. Todavia isso tem implicações, gera responsabilidade. Ele espera de nós também a fidelidade. Desde os primórdios do povo de Israel ficou clara essa implicação. “Serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo” (Lv 26.12). Paulo também nos lembra que “Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1Co 1.9). Esse Deus fiel chama pessoas infiéis para servi-lo, transformando-as com sua graça e chamando-as a viver em fidelidade a vida cristã, os ministérios que Ele tem nos dado, a vocação com que temos sido chamados. Paulo nos lembra: “Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.  Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4.1,2). Em que consiste, portanto, essa fidelidade?

O que significa fidelidade na vocação

Primeiramente significa fidelidade a Deus, e isto nada mais é do que honrá-lo como Deus e Senhor.  Não podemos dividir nossa lealdade com nenhum outro deus. Não há como servir a dois senhores. Ele sempre deixou claro na sua Palavra: “não terás outros deuses diante de mim!”. Nenhum outro poder, instância, relacionamento podem ser objetos da nossa lealdade e dedicação irrestrita. Somente a sua Palavra merece ser ouvida e obedecida irrestritamente. Obedecer à sua Palavra é expressão da nossa fidelidade a Deus. É uma contradição de termos afirmar nossa fidelidade a Deus e viver em aberta e contínua desobediência à sua Palavra.

O segundo aspecto da fidelidade implica na fidelidade à sua igreja. Ele tem nos colocado para viver na família da fé, para que ali, nutridos, alimentados, guardados e ensinados, possamos frutificar. Em que pesem as contradições e incoerências encontradas na família cristã, somos chamados a lutar por esta fé que foi entregue aos santos.

Um terceiro aspecto da fidelidade diz respeito ao ministério ou à vocação com a qual temos sido chamados para servi-lo. Importante lembrar que o conceito de vocação na compreensão reformada não se restringe ao ministério pastoral, mas sim a todo serviço que fazemos em nome de Deus onde quer que vivamos e trabalhemos. Lutero lembrava que não somos chamados para sair do mundo, adentrando a um mosteiro ou convento, como era o grande ideal de espiritualidade durante a Idade Média, mas o mundo é o nosso “mosteiro”! 

Paulo nos lembra que “nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida...” (2Tm 2.4). Alistados no exército divino, não podemos nos envolver com qualquer atividade que comprometa nossa fidelidade a Cristo. É impossível ser cristão ou servir a Deus apenas alguns dias da semana, somente em algumas áreas da vida. A vida por inteiro, em todas suas demandas e propósitos, deve ser ocupada por Deus de maneira central e decisiva.

Fidelidade à vocação significa perseverança. Deus tem nos chamado para servi-lo, seja qual for o nosso ministério, isso requer perseverança. O serviço cristão é árduo, cheio de obstáculos e incompreensões. A alternativa da desistência, muitas vezes, se apresenta como a melhor escolha. Por vezes não desistimos, contudo nivelamos por baixo nosso compromisso, incidindo na mediocridade. O escritor da carta aos Hebreus, estimulando os seus destinatários que viviam um intenso momento de perseguição, dizia: “Com efeito tendes necessidade de perseverança... Se retroceder, nele não se compraz a minha alma... Nós porém não somos dos que retrocedem para a perdição...” (Hb 10.36-39).

A vocação cristã não é um passatempo, uma atividade opcional e temporária. O serviço cristão é um projeto de vida e de entrega, cujo preço é a renúncia e a cruz diariamente. Nesse sentido Jesus nunca nos iludiu, omitindo a verdade aos seus discípulos.

Fidelidade significa o esforço diligente no uso das habilidades que o Criador nos dotou. Ele nos capacitou com diferentes dons e talentos para glorificar ao nosso Pai Celestial. A parábola dos talentos é a ilustração dessa verdade. Nem todos aqueles servos receberam porção igual, contudo a forma como responderam trabalhando e multiplicando é que fez toda diferença. Ao final, o veredito foi pronunciado: “servo bom e fiel... foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”; mas ao negligente, a palavra de juízo: “servo mau e negligente...” (Mt 25.21-30).

Tentações no caminho

No exercício da nossa vocação somos constantemente tentados.  Fugir, à semelhança de Jonas, é sempre uma possibilidade.  As responsabilidades, os obstáculos, o sentimento de solidão aliados aos ataques do inimigo nos levam constantemente ao desejo de fugir e nos escondermos. Paulo lembrava em seu discurso perante ao Rei Agripa que não tinha fugido da missão (At 26.19). Somos tentados também, no afã de sermos bem-sucedidos, a fazer qualquer coisa para obter resultados. O desejo de ser bem-sucedido em si não é pecado. O problema é quando, nesse afã, empregamos qualquer meio ou estratégias questionáveis. Nem sempre o que funciona é verdadeiro ou bíblico. Somos tentados ainda frequentemente a ser mais do que nos é proposto. João Batista enfrentou essa tentação diante do sucesso do seu ministério, as multidões afluindo para ouvi-lo e muitos sendo batizados, quando lhe perguntaram “és tu o Cristo?”. Ele, contudo, teve que admitir: “Não, não sou o Messias. Sou apenas um mensageiro. O que vem depois é o maior!”. Todas as vezes que buscamos ser mais do que nos tem sido proposto, pecamos. Esta, aliás, é a essência do pecado inicial: desejo de ser como deuses e não simplesmente humanos, criaturas dependentes do Criador. Nossa vocação consiste em apontar para Ele. O mensageiro não pode ter a pretensão de obscurecer a mensagem que é Cristo!

Vocacionados para servir a Cristo, devemos exercer os nossos ministérios no espírito da exortação paulina: “Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele; se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2Tm 2.11-13).

Rev. Áureo Rodrigues Oliveira, Presidente da Assembleia Geral

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (Isaías 9.6).

Grade Lista

A Secretaria de Ação Pastoral e a Secretaria de Educação Teológica, produziram um questionário para que os conselhos e presbitérios façam as entrevistas com os seus candidatos ao Sagrado Ministério da Palavra e Sacramentos.

Grade Lista

Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor. Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos. Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados. Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas. Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas. Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade entre todos. Amém.

Cremos em um só Deus, Pai Onipotente, criador do céu e da terra, e de todas as coisas, visíveis e invisíveis. Cremos em um só Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os tempos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, do mesmo ser com o Pai, por meio do qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós e pela nossa salvação, desceu do céu, e se encarnou do Espírito Santo e da virgem Maria, e se tornou verdadeiramente humano. Foi por nós crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu, e foi sepultado, e ao tercceiro dia ressuscitou, segundo as escrituras; subiu ao céu e está sentado à direita do Pai. Virá de novo com glória a julgar vivos e mortos, e o seu reino não terá fim. Cremos no Espírito Santo, o Senhor, o Doador da vida, o que procede do Pai e do Filho, o qual juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou através dos profetas. Cremos na Igreja una, santa, católica* e  apostólica. Reconhecemos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

Creio em Deus, Pai Todo Poderoso, criador dos céus e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo. Nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao céu, e está sentado à mão direita de Deus Pai Todo Poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa igreja católica*; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; e na vida eterna. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

O presente texto é extraído de BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã, São Paulo: ASTE/SIMPÓSIO, 1998, p. 61, 62