Em 13 de julho de 2013, no templo da 1ª IPI de Assis, SP, a IPI do Brasil, reunida em sua 8ª Assembleia Geral, aprovou sua Afirmação de Fé. Mas, o que vem a ser uma Afirmação de Fé e qual sua relevância no culto? O Manual do Culto da IPI nos ajuda a compreender:

Ensinar os fundamentos da fé de forma clara e direta é necessário para todo bom início de discipulado, infelizmente, por acreditar que as pessoas de forma automática podem aprender estes fundamentos somente ouvindo sermões ou participando da Escola Bíblica Dominical, tem gerado membros com muitas dúvidas, ou como Martyn Lloyd Jones os denomina de “cristãos miseráveis”[1], aqueles que não entenderam o caminho da salvação, já que não lhe foram explicados claramente a Justificação pela Fé que só é conseguida através de Cristo Jesus.

Não vou falar nada que vocês não saibam ou cansados de escutar. É hora de andar, andarmos juntos se quisermos comemorar duzentos anos. Esta é a hora de arrumarmos a nossa casa. Não quero ferir ninguém com palavras, mas não quero ser ferido por ninguém. Vamos precisar de todo mundo, de todos que acreditam no futuro para construir uma nova vida de paz, de amor e para sermos sal da terra e luz do mundo. “Pra melhor juntar as nossas forças é só repartir melhor o pão, recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois.”

Uma das passagens mais dramáticas da Bíblia é a de Isaías 1: 10-20, onde o profeta repreende a Igreja do A.T. chamando seus líderes de "Príncipes de Sodoma e Gomorra”, numa referência à devassidão e iniquidade que caracterizaram essas cidades, a tal ponto que Deus não tinha qualquer prazer em receber seu culto e adoração.Infelizmente esse quadro de decadência e corrupção se repetiu ao longo da História e nesses períodos ocorrem o esfriamento da fé e o endurecimento do coração, o que produz péssimo testemunho ao mundo.

A semana começou no sábado, 15, com belas apresentações dos quartetos “EMUNAH” (IPI do Eldorado) e “SANDALUZ” (Igreja Adventista). O Pr. Sidnei Toledo Garcia pregou com base no Salmo 126 e fez todos refletirem sobre a música como instrumento de evangelização.

A IPI de Mogi Mirim nasceu antes da IPI do Brasil, pois foi iniciado o trabalho presbiteriano nesta cidade em 13 de setembro de 1876. A igreja de Mogi Mirim foi a 20a Igreja Presbiteriana fundada no Brasil. Ao que tudo indica, parece ter sido o Rev. Edward Lane o organizador da Igreja de Mogi Mirim, pois em 1875 ele relata: “No caminho da Penha (Itapira), dois dias são gastos em prédicas e visitas em Mogi Mirim. Em dia não distante, será organizada, com a benção de Deus, uma igreja nesse lugar”.

A Campanha De Mãos dadas por Cuba e Haiti, tem como propósito levar uma boa notícia aos povos de Cuba e Haiti, que foram profundamente vitimados pelo Furacão Mateus, em outubro de 2016, onde mais de mil pessoas morreram naquele momento e, outras milhares poderão morrer, como vítimas de doenças tropicais, fome, falta de água potável, além de outros problemas, como a ausência de moradia.

A AIPRAL - Aliança das Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina iniciou nesta semana, uma série de atividades com sas igrejas membro. Conduzidos litúrgicamente pelo Rev. Gerardo Obermann, da Argentina e pela Presbª. Loida Gáffaro de Valera, da Venezuela, deu-se início aos encontros continentais de mulheres e jovens. 

A AIPRAL - Aliança de Igrejas Reformadas e Presbiterianas da América Latina enviou carta-ofício às suas igrejas membro no Brasil, solidarizando-se com a situação política vivida em nosso país.

 

Leia a carta:

 

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Estamos iniciando um novo ano, e, com ele, as esperanças se renovam para que seja bem melhor que o ano ora findo. Com certeza, 2016 para muitos não deixará saudades. Os acontecimentos políticos, as dificuldades econômicas agravadas, o aumento do desemprego, desastres de toda sorte, eleições e decepções políticas, a desconfiança acentuada nas instituições, as mortes de famosos e inocentes, atentados terroristas, enfim a lista é grande, fazem de 2016 um ano com memórias negativas. Talvez pudéssemos enumerar poucos acontecimentos que nos trarão saudades. Contudo não podemos deixar de perguntar: a simples mudança do ano fará que as coisas mudem por si mesmas? Que temos pela frente no próximo ano além da esperança que visualizamos no nosso horizonte? Em 2017 estaremos celebrando os 500 anos da Reforma Protestante. Quais os significados dessa data? Antes de tentar responder essa questão, vamos rememorar alguns fatos.

Uma história ilustrativa

Há algum tempo atrás, ao tomar um táxi em São Paulo, iniciei um diálogo, como sempre faço, com o motorista, ao observar que havia um carnê de contribuição de uma igreja neopentecostal exposto. Comecei a perguntar sobre sua experiência naquela igreja, quando então ousei lhe pedir sua opinião sobre uma controvérsia entre dois líderes, um da sua igreja e outro de uma grande denominação também neopentecostal. Como o assunto era objeto de reportagens, ataques mútuos e denúncias de mau uso de dinheiro, etc., eu lhe perguntei: “O que você acha disso?”. E ele não hesitou: “Tudo farinha do mesmo saco... É o roto falando do esfarrapado!”. Diante do meu espanto ele emendou: “Não estou nem aí para eles... eu quero saber é de alcançar minha bênção!”. No caso, a bênção era uma casa própria.

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é;
as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo"
(2 Coríntios 5.17).

Estamos iniciando um novo ano. O que se passou, ficou para trás, já faz parte da história. Porém, ao olharmos para o futuro precisamos refletir sobre a história que ainda iremos escrever.

SENHOR, tu me sondas e me conheces. (Salmo 139.1).

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A Secretaria de Ação Pastoral e a Secretaria de Educação Teológica, produziram um questionário para que os conselhos e presbitérios façam as entrevistas com os seus candidatos ao Sagrado Ministério da Palavra e Sacramentos.

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Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor. Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos. Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados. Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas. Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas. Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade entre todos. Amém.

Cremos em um só Deus, Pai Onipotente, criador do céu e da terra, e de todas as coisas, visíveis e invisíveis. Cremos em um só Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os tempos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, do mesmo ser com o Pai, por meio do qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós e pela nossa salvação, desceu do céu, e se encarnou do Espírito Santo e da virgem Maria, e se tornou verdadeiramente humano. Foi por nós crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu, e foi sepultado, e ao tercceiro dia ressuscitou, segundo as escrituras; subiu ao céu e está sentado à direita do Pai. Virá de novo com glória a julgar vivos e mortos, e o seu reino não terá fim. Cremos no Espírito Santo, o Senhor, o Doador da vida, o que procede do Pai e do Filho, o qual juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou através dos profetas. Cremos na Igreja una, santa, católica* e  apostólica. Reconhecemos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

Creio em Deus, Pai Todo Poderoso, criador dos céus e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo. Nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao céu, e está sentado à mão direita de Deus Pai Todo Poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa igreja católica*; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; e na vida eterna. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

O presente texto é extraído de BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã, São Paulo: ASTE/SIMPÓSIO, 1998, p. 61, 62