Flexibilização e reabertura dos templos

Flexibilização e reabertura dos templos

 

IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE DO BRASIL

Flexibilização e reabertura dos templos

A Comissão Executiva da Assembleia Geral (COMEX-AG) já tomou uma decisão a respeito da reabertura dos templos em sua reunião de 24/4/2020, que foi amplamente divulgada em todo o arraial presbiteriano independente. 

Mesmo assim, relembramos a todos a referida decisão, estabelecida nos seguintes termos: 

“1. Os pedidos de reabertura dos templos deverão ser encaminhados pelos Conselhos aos Presbitérios devidamente fundamentados com as decisões das prefeituras de suas localidades; 

2. Os Conselhos deverão incluir no pedido quais serão as medidas adotadas para a segurança e a garantia da preservação da vida; 

3. Os Presbitérios têm autonomia para decidir antecipadamente sobre a flexibilização, apontando as providências a serem adotadas pelas igrejas quando seus municípios decidirem pelo retorno às atividades presenciais nos templos, não dispensando a comunicação dos Conselhos, conforme o item 1; 

4. Quando as decisões das prefeituras forem conflitantes com a decisão do governo estadual, valerá o decreto estadual como determinou o Supremo Tribunal Federal; 

5. O Presbitério poderá revogar a decisão favorável à flexibilização no caso de situações de agravamento da pandemia devidamente corroboradas por decisões oficiais das prefeituras e/ou dos governos estaduais”.

Além disso, tendo em vista a realidade atual em que tem havido flexibilização nos protocolos de isolamento e de distanciamento social, com templos sendo reabertos, e também para reforçar o cuidado que se deve observar nesse processo que já está em andamento, reunida no dia 29/9/2020, a COMEX-AG resolveu acrescentar duas outras orientações, a saber:

1) As igrejas devem ser extremamente zelosas, evitando que pessoas do grupo de risco, idosos (a partir de 60 anos), crianças (até 12 anos) e com comorbidades participem presencialmente das atividades da igrejas, o que significa dizer que, mesmo com a volta dos cultos presenciais, os cultos virtuais precisam continuar a ser disponibilizados para atender os irmãos e as irmãos impedidos de irem aos templos. 

2) As atividades da Escola Dominical voltadas para crianças até 12 anos só devem ser retomadas presencialmente nas localidades em que as escolas de educação pública voltarem a funcionar, observando as mesmas normas, orientações e cuidados estabelecidos pelas autoridades governamentais.

Encaminhamos essas duas decisões para que todos os pastores e pastoras, missionários e missionárias, presbitérios e sínodos as observem nestes tempos complexos em que ainda enfrentamos a pandemia.

Pela Coroa Real do Salvador!

Gerson Correia de Lacerda

Secretário Geral da IPIB

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Decisão da COMEX-AG sobre Assembleias

Decisão da COMEX-AG sobre Assembleias

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Decisão da COMEX-AG sobre Assembleias

Decisão da Comissão Executiva da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil a respeito de assembleias para eleições em época de p*******: Presenciais, Eletrônicas (Virtuais) ou Híbridas

Reunida no último dia 25 de setembro de 2020, a Comissão Executiva da Assembleia Geral da IPIB deliberou a respeito de realização de assembleias de igrejas locais, presbitérios e sínodos para eleições em época de p*******. Transcrevemos e divulgamos para conhecimento e orientação a todos os irmãos e irmãs de nossa amada igreja.

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“Considerado o vencimento de mandatos dos oficiais e o requerimento para prorrogação do tempo do mandato, a Comissão Executiva da Assembleia Geral da IPIB 

Decide:

Não autorizar a prorrogação de quaisquer mandatos por confrontar o disposto em nossa legislação.

Contudo, considerando:

  1. A urgente necessidade que muitas igrejas e concílios têm enfrentado no que tange à eleição de oficiais;
  2. A permissão dada pela legislação para eleição presencial, eletrônica (virtual) ou híbrida;

Decide:

  • Autorizar a realização de assembleias de forma presencial às igrejas e concílios, desde que sejam respeitadas todas a medidas sanitárias, bem como toda a legislação em vigor no país, no estado e no município, além, é claro, da autorização do presbitério (no caso das igrejas locais), do sínodo (no caso dos presbitérios) e da Comissão Executiva da Assembleia Geral (no caso dos sínodos); 
  • Não sendo possível a modalidade presencial, autorizar a realização de assembleias nas seguintes modalidades: 
  1. Drive in;  
  2. On-line, enquanto a legislação brasileira permitir;
  3. Com assembleias realizadas durante um período pré-determinado, com horário marcado para voto dos membros, respeitando a capacidade permitida pelo espaço a ser utilizado e todas as medidas sanitárias estabelecidas.

No que tange à eleição digital/on-line, há vários sites na internet que oferecem a possibilidade de eleição em assembleia, com a preservação da privacidade e a geração de lista de presentes. 

As igrejas e concílios, a fim de facilitar o processo eleitoral, podem proceder à eleição com pré-candidaturas (indicadas pelos próprios membros da igreja/concílio ou auto indicação). Desta forma os candidatos, caso possam ser eleitos nos termos da nossa legislação, teriam seus nomes inscritos em cédulas, o que facilitaria todo o processo de eleição digital, híbrido ou presencial (drive-in).

As atas poderão ser enviadas aos participantes por sistema eletrônico, com prazo de cinco (05) dias para análise e aprovação.

Rev. João Luiz Furtado

Presidente da Diretoria da Assembleia Geral da IPIB

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Primavera para a Vida 2020

Primavera para a Vida 2020

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Primavera para a Vida 2020

CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço), organismo ao qual a IPIB está filiada, produziu a cartilha “Primavera para a Vida 2020”.

Convidamos todos os irmãos e irmãs a usarem este material que traz PALAVRAS DA VIDA, inspiradas na PALAVRA DA BÍBLIA. São casos concretos de engajamento no tema, vidas de pessoas e de grupos que receberam apoio da CESE através das campanhas e dos projetos apoiados. 

Nossa gratidão à valiosa contribuição das pessoas que escreveram os textos, representando a diversidade de olhares das igrejas que compõem a CESE e que enriqueceram esta publicação com suas reflexões.

Vamos Primaverar!

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A Velhice violentada

A Velhice violentada

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A Velhice violentada

Inicio esta fala afirmando a minha dificuldade em usar o texto bíblico sem contextualizar. Assim sendo, farei, necessariamente, essa vinculação com a realidade, partindo de um tema que tem me melindrado muito nos últimos tempos: a velhice e as suas consequências em nossa sociedade atual e o que diz o nosso livro maior, a Bíblia, a respeito dessa temática.

Tenho ouvido, visto e lido sobre morte de velhos nesse período que vivemos. Os mortos inominados aparecem em forma de números; e os mortos mais notórios, atores, escritores, poetas, políticos etc., em forma de retalhos das suas respectivas histórias. 

Números ou panfletos das histórias, não importa, refletem um momento difícil da relação velhos e sociedade. No passado, o velho já foi simplesmente velho; depois passou a ser idoso ou sexagenário; mais recentemente se transformou em terceira idade e até “melhor idade” – definição inaceitável, tendo em vista que, nessa fase da vida, as limitações são recorrentes em consequência do envelhecimento. 

Eu confesso que prefiro ser tratado como velho mesmo. Nesse período de pandemia, o velho, como eu, passou a ser gente do grupo de risco e a não opção para uso dos restritos aparelhos respiradores dos também restritos leitos de UTI dos sucateados hospitais públicos do sistema de saúde brasileiro. 

É possível dizer que o sistema capitalista aprimorou a sua aversão ao velho. Se antes, ele era um INATIVO (aposentado), escanteado, por ter trabalhado trinta anos ou mais, e agora não ser mais do interesse do sistema econômico, neste momento, ele faz parte de uma “roleta russa” com resultado previamente determinado. Isto é, em caso de ter que escolher quem vai morrer, na disputa louca e insana por um leito de UTI, o velho ocupa esse lugar privilegiado da morte anunciada.

Vivenciar esse drama da roleta russa, onde o velho é o alvo previamente estabelecido, me fez lembrar das minhas aulas de antropologia, quando a ilustrava falando da morte entre os esquimós e o povo inuit. Nesse grupo, os mais velhos, quando muito velhos, eram levados para longe do local de habitação para morrer. Isso ocorria, segundo as narrativas, a pedido do velho, por se sentir impotente diante da vida, mas quase sempre por decisão do grupo. 

Há, nesse comportamento diante da morte, uma lógica com dois fundamentos: primeiro, para preservar a sobrevivência do grupo, que não tinha como alimentar a todos sem o devido retorno; segundo, havia o entendimento entre os inuit de que o velho que morre, ao ser comido pelos ursos – esse era o destino quase certo – a sua sabedoria retornaria à sociedade, na medida em que eles matariam o urso e, por conseguinte, usufruiriam dessa sabedoria agora incorporada à carne do animal que matou o velho.

Na nossa sociedade, a lógica é a declaração da inutilidade do velho, tendo em vista que, no capitalismo, o que importa é a produção, e esses indivíduos não mais atendem a esses preceitos da produção de riquezas. Se, no passado brasileiro, a maioria da população  morria antes de chegar à velhice, agora, mesmo que chegue a esse patamar de longevidade, a morte o ceifará em função das doenças não atendidas na rede pública de saúde ou, como no presente, por serem, essas gentes, do grupo de risco e, sobretudo, pela falta de respiradores e UTIs para todos.

Dessa forma, diante desse quadro caótico de abandono de todos, resta-nos a esperança religiosa num Deus Vivo, que atende às demandas e ao clamor do seu povo. Em Êxodo 3.7, o escritor sagrado assim se expressou: “Disse o Senhor: Certamente tenho observado a opressão e a miséria sobre meu povo no Egito; tenho ouvido seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei o quanto estão padecendo”. 

O clamor do povo, aí incluídos homens, mulheres, jovens, crianças e velhos, por certo, atende aos anseios da sociedade brasileira no contexto atual. Todos estão apreensivos com esse contexto: as limitações do sistema de saúde brasileiro, a diminuição da renda, sobretudo entre os mais pobres, com a fome rondando as suas casas; e, nomeadamente, a loucura de um governo que incentiva o não isolamento, cristalizando a não preocupação com a morte iminente de milhares de brasileiros.

Voltando ao tema do velho em nossa sociedade, é mister ressaltar a força das medidas protetivas, por meio de louvação e de ações, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento. Diferentemente do quadro atual, que prioriza o velho e os pobres numa lista de quem vai morrer (por falta de condições mínimas para o enfrentamento desse mal), o texto sagrado, em Levítico 19.32, afirma o seguinte: “Diante das cãs te levantarás, e honrarás a face do ancião, e temerás o teu Deus. Eu sou o Senhor.” Isto é, diante dos cabelos brancos ou grisalhos “te levantarás” “e honrarás a face do ancião”. Portanto, mesmo que o desamparo seja a tônica neste momento, o texto em epígrafe nos acalenta e nos enche de esperança. Teme ao Senhor e serás honrado dessas premissas, esse é o caminho.

Ainda no Antigo Testamento, em Provérbios 20.29, há outra afirmação similar: “A glória dos jovens é a sua força; e a beleza dos velhos são as cãs”. Percebe-se, mais uma vez, que os velhos não são tratados em função de uma lógica da produção, mas em função da experiência. Ser velho, nesse contexto da Bíblia, não significa ser listado para uma morte necessária, segundo uma lógica do mal, mas, ao contrário, se evidencia a necessidade do respeito e do reconhecimento das experiências acumuladas ao longo dos anos.

Abro, aqui, para uma ilustração daquilo que não é regra nas nossas igrejas, que, no geral, acolhe e respeita os velhos nas suas limitações, mas principalmente nas suas potencialidades. Na comunidade de que fiz parte durante décadas, na condição de professor da classe de adultos na Escola Dominical, solicitei a um idoso que orasse para o início do estudo. Ele, contudo, muito tristemente, disse que não oraria, porque o Pastor havia dito que velho não deve orar em público, como também não deve ler a Bíblia. Depois, pude confirmar essa situação lamentável, com as explicações mais abjetas possíveis daquele que definiu tal resolução.

Quero concluir essa minha inserção com a fala do apóstolo mais impetuoso dentre todos os apóstolos. O apóstolo Pedro, após a mensagem divina no Dia do Pentecostes, num dia monumental da força do Espírito Santo sobre as pessoas, afirmou, citando o Profeta Joel, ao longo da sua mensagem fabulosa – para mim a mais bonita e vibrante mensagem do Novo Testamento: “Nos últimos dias, acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos” (At 2.17).

A grande dificuldade na vida do velho, mesmo que não seja muito velho, é a preservação, necessária e fundamental, da estabilidade física e emocional, para conquista permanente de melhoria na qualidade de vida e, assim, continuar vivendo. 

Pedro, completamente inspirado pelo Espírito Santo de Deus, encaminha ao velho uma mensagem de esperança, dizendo da possibilidade real de sonhar sonhos. Cabe àqueles que estão no entorno desses personagens da vida social, em qualquer país, em qualquer lugar e em qualquer igreja, referendar essas possibilidades de sonhar. 

Seja parceiro! 

Sonhe com os velhos!

Presb. Jonatas Silva Meneses, IPI de Socorro, Aracaju, SE

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Dialogando com a CNA

Dialogando com a CNA

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Dialogando com a CNA

Um dos maiores desafios para a pessoa cristã é a sua participação e testemunho na sociedade. Somos encorajadas e encorajados a seguir a instrução bíblica de sermos sal fora do saleiro (igreja).

Este é o tema de nossa próxima live.

Então reserve o dia 03/10, 17h00 e compartilhe, se inscreva no nossa canal https://bit.ly/Dialogando-com-a-CNA. Convidamos também para realizar o seu cadastro no link https://bit.ly/3aEiLDj.

Até lá!

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Culto de Jubilação

Culto de Jubilação

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Culto de Jubilação

 

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Mulheres e Liderança no Cristianismo Primitivo

 Mulheres e Liderança no Cristianismo Primitivo

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Mulheres e Liderança no Cristianismo Primitivo

Mulheres e liderança no cristianismo primitivo, este é o tema da nossa próxima live do Núcleo de Apoio ao Ministério Feminino da IPI do Brasil.
Você não pode perder!
Anote em sua agenda: 24/09 (quinta-feira) às 20h.

A transmissão será pelo perfil do

Núcleo de Apoio ao Ministério Feminino

no Facebook.

 
Teremos o privilégio de receber para esta discussão:
A Revda. Kellen Christiane Rodrigues, formada em Administração (UNIESP), Teologia (Seminário Batista de Presidente Prudente e FATIPI), Mestre e Doutora em Ciências da Religião (UMESP). Atualmente está cursando Pós-Graduação em Aconselhamento e Psicologia Pastoral (FAVENI). Pastora da IPI do Ana Jacinta, Presbitério Presidente Prudente;
A Revda. Grytsje Couperus, graduada e pós-graduada em Teologia (Rijks Universiteit Groningen, Paises-Baixos). Formação pastoral na Universidade de Amsterdã. Graduada pelo Instituto de Bossey, CMI, Genebra, Suíça. Pastora na 1ª IPI de Botucatu, Presbitério de Botucatu.
Esperamos você!

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Dia de Oração pela Mulher Latino-americana 2020

Dia de Oração pela Mulher Latino-americana 2020

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Dia de Oração pela Mulher Latino-americana 2020

A Revda. Maria da Conceição Jiménez, Diretora do Departamento das Mulheres da AIPRAL (Aliança de Igrejas Presbiterianas e Reformadas de América Latina), convida-nos a participar do encontro virtual pelo Dia de Oração pela Mulher Latino-Americana.

Ele será realizado no próximo sábado dia 26 de setembro, às 18h00 (horário de Brasília) e será transmitido ao vivo no perfil do Facebook e pelo canal do YouTube, ambos da AIPRAL.

A IPI do Brasil é membro da AIPRAL.

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O Estandarte de setembro 2020

O Estandarte de setembro 2020

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O Estandarte de setembro 2020

Já está no ar, a edição de O Estandarte, de setembro de 2020!

Segundo a história oficial, o Brasil tornou-se independente em 7/9/1822. Na verdade, porém, o Brasil continuou sob o domínio da família real portuguesa, do qual só se libertou com a proclamação da república, em 1889. Quanto ao presbiterianismo, a independência foi proclamada em 31/7/1903, com a organização da IPIB. Nesta edição, Caderno Especial destaca as celebrações dos 117 anos da nossa independência.

Clique aqui para acessar a edição.

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Roda de Conversa com Seminaristas e Licenciadas

Roda de Conversa com Seminaristas e Licenciadas

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Roda de Conversa com Seminaristas e Licenciadas

Atenção, Seminaristas e Licenciadas da IPIB:
Está chegando a nossa roda de conversa com vocês!!!
Dia 12 de setembro às 17hoo.
Para se inscrever, nos envie um e-mail com seu nome, Igreja e Presbitério: ministeriofemininoipib@gmail.com
Será um tempo precioso de partilha!
Aguardamos a sua inscrição!

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